A minha identidade artística centra-se essencialmente na minha criação de músicas de R&B contemporâneo, com uma componente emocional muito forte. Atualmente estou a desenvolver a minha primeira EP, “Os Dois Lados do Mesmo Amor”, um projeto que aborda temas relacionados com o amor, a vulnerabilidade emocional, a autoestima, a dependência emocional e o meu crescimento psicológico nesse sentido. Cada canção representa um capítulo diferente desta história, com o propósito de criar identificação com o público jovem através de experiências realistas, e emoções totalmente universais. Acredito genuinamente que a música pode ser uma ferramenta de ligação humanística entre as pessoas, porque promove diretamente a reflexão, a empatia e compreensão de cada um, e principalmente, o bem-estar emocional, ao corromper com a sensação solitária que muitos lidam. Tenho vindo a desenvolver este projeto de forma totalmente independente, e invisto ativamente na minha identidade visual, na construção artística estratégica e na qualidade máxima das minhas atuações ao vivo. Já tive também a oportunidade de apresentar o meu trabalho na RTP África, no programa “Bem-Vindos”, pelo que foi um momento extremamente importante nesta fase inicial da minha carreira. Eu pessoalmente, vejo o Há Música ao Fundo do Túnel como um espaço onde a música ganha um significado maior, porque sinto que se aproxima das pessoas de forma genuína e humana, através destas iniciativas presenciais, que são valores com os quais eu me identifico profundamente.